Rio de Janeiro, 1929. Isaltino, um menino de 8 anos, recebe a notícia da morte de Sebastiana, sua mãe, e dos seus irmãos pequenos. O caso tomou conta dos jornais da época que noticiaram que Sebastiana havia ateado fogo em si mesma e em suas crianças. Sebastiana ficou conhecida como o “Monstro do Catete”. Isaltino passou parte da vida se perguntando o porquê de sua mãe o ter abandonado de forma tão cruel. Décadas depois, Pedro, filho de Isaltino, decidiu pesquisar sobre a vida de Sebastiana, a avó pouco mencionada por seu pai, e encontrou um vasto material que levou a questionamentos sobre uma série de fatos a respeito do caso.